A iniciativa de grandes eventos é sempre válida, mas não posso deixar de apontar os 7 erros da 1ª Bienal Brasil do Livro e da Leitura. Segue a humilde listinha:
1. Praça da alimentação. As opções de alimentação não são boas e os preços… menos ainda. Por exemplo, pagar R$ 9 por um sanduíche natural e uma coca me parece muito. Como comer um pastel na rodoviária requer uma boa caminhada e não há nenhuma alternativa por perto, o visitante do evento fica refém desses preços abusivos.
2. Eletricidade. A organização poderia colocar à disposição dos visitantes tomadas. Vi muita gente cobrindo o evento com notebooks e tablets. Para quem está passando o dia inteiro com os seus dispositivos ligados, inclusive celulares, certamente faz falta uma tomada para chamar de sua.
3. Wi-Fi. Não acessei internet, mas tampouco vi um aviso sequer informando de redes Wi-Fis disponíveis.
4. Assédio. Como frequentei poucos eventos do gênero, não sei se é normal o assédio de vendedores de revistas e cursos de idiomas. Irritante! Gostaria que nos próximos anos a organização poupasse os visitantes desse tipo de incômodo.
5. Sinalização. A minha esposa demorou bastante para entrar no evento, pois não havia indicação da entrada. Não foram poucas as vezes que andei em círculos ou me perdi e tive que procurar alguém da organização para me orientar.
6. Estacionamento. As pessoas que foram ao evento tiveram que estacionar seus carros longe e atravessar seis faixas do Eixo Monumental (250m de largura) até chegar ao canteiro central, onde foi montada a estrutura da Bienal. O problema é que nesse ponto do Eixo existem pouquíssimos semáforos. Nada animador para quem volta para casa à noite.
7. Promoções. As grandes editoras não se preocuparam em fazer promoções. Acredito que, como eu, muita gente esperava encontrar preços mais atrativos. Só havia desconto mesmo nas gôndolas de livros encalhados.

